sábado, 26 de setembro de 2009

meditando

Foto: Paisagem de Cabo Verde, por Isabel Almeida

GUSTAVE FLAUBERT: "O autor, na sua obra, deve ser como Deus no Universo, omnipresente e invisível."


Postado por Daniel Costa

3 comentários:

Ebrael Shaddai disse...

"Onipresente e invisível"...me lembraste o Fantasma da Ópera!!

O poeta, principamente, fica por trás das cortinas, observando que efeitos sua alquimia literária obterá sobre as criaturas.

Solve et Coagula, Daniel!! Concentra e dispersa, Poeta!!

Abraços!!

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Ele não deve, ele é onipresente, pois quando escreve, seja em verso, seja em prosa, ele imprime toda a sua carga genética no poema, ou seja, toda a sua herança biológica. É, ao mesmo tempo, invisível, porque ele passa por um anônimo que faz o leitor sonhar, independentemente de que escreveu o que ele lê. Só quem já leu e ainda lê muito o percebe.
Muito bem escolhido o pensamento, como sempre.
Beijos,

Val Du disse...

Sim, como um Deus.

Será que Deus também sofre para criar? :)

Beijos